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O mundo digital e a política

22/01/2018 | Categoria: Política


Nos últimos três anos, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) tem investido em ações inovadoras de comunicação envolvendo redes sociais. Assim, busca a cada dia uma aproximação maior com os onze milhões de paranaenses que estão ali representados. Isso também tem estimulado os 54 deputados estaduais da casa a exercerem suas funções de maneira clara, para que toda a população realmente saiba o que tem sido feito em termos de legislação e fiscalização no Estado.

As pessoas com mais idade devem se recordar de uma época em que, para se comunicar, era preciso mandar carta ou fazer ligações telefônicas. Com a chegada da internet, a comunicação se aprimorou e nós, deputados, vereadores, prefeitos, senadores, passamos a receber recados via e-mail. As redes sociais mais utilizadas atualmente estas sim são um grande avanço na comunicação. A velocidade da comunicação digital mudou o mundo e a forma como as pessoas interagem. Com tudo isso, a comunicação envolvendo a política também mudou, e, a meu ver, para melhor.

A Alep, mesmo, tem conta no Facebook, Twitter, Instagram, Flickr e YouTube. Sei que nem todos os deputados ainda investem nesse tipo de comunicação, mas, em meu caso, sou favorável ao uso diário das redes sociais. Eu e minha equipe procuramos este diálogo constante porque acreditamos ser bom para os paranaenses e bom também para nós, pois, assim, jogamos luz às feitorias durante o mandato e conseguimos divulgar melhor o nosso trabalho constante e a nossa preocupação diária com os temas envolvendo toda a sociedade.

De acordo com a Diretoria de Comunicação da Alep, houve crescimento de 140% no número de seguidores em sua página de Facebook (a mais requisitada da casa) nos últimos dois anos: pessoas de absolutamente todas as regiões paranaenses, e ainda seguidores de fora do Estado e até de fora do País. O Instagram – que preza pela imagem ou vídeo em detrimento ao texto – também tem crescido muito. Em 2017, o número de seguidores do Instagram da Alep cresceu 40%.

O desafio para o político - ou para qualquer pessoa que queira divulgar melhor o seu trabalho - é estar atento às rápidas mudanças que envolvem a comunicação digital, seja em plataformas para computadores ou smartphones. Este 2018 é ano de eleições, e creio que será cada vez mais comum ver candidatos buscando também estratégias de campanha nas redes sociais. As regras para o jogo serão lançadas pela Justiça Eleitoral, e todo cuidado é pouco para não perder credibilidade ou até uma eleição por conta de um simples post no Twitter ou uma atualização nos "Stories do Insta".

Os exemplos de campanhas bem sucedidas via online chegam principalmente dos Estados Unidos, com as vitórias de Barack Obama no passado e mais recentemente do próprio Donald Trump - que, convenhamos, vem respondendo a uma série de denúncias que envolvem a chamada "fake news", ou notícias falsas.

O brasileiro deve ficar muito atento ao que é verdade ou não nas redes sociais: infelizmente tem muita gente mentindo e se apropriando do anonimato na internet. E não somente em ano de eleição: depois, é por meio das redes sociais que poderemos cobrar dos políticos aquilo que foi prometido durante a campanha.

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